De acordo com a lei 12.965/2014 e 13.709/2018, autorizo Moema Loures a enviar comunicação por e-mail ou qualquer outro meio e concordo com a sua política de privacidade.
Nem tudo que faz um espaço funcionar está visível. O que separa um projeto comum de uma obra transformadora? A arquitetura começa antes do traço.
O espaço responde a quem o habita. Como decifrar essa relação e projetar com as pessoas, e não apenas para elas?
A arquitetura não é estática. Ela pulsa. Como projetar espaços que evoluem, que se adaptam e que se tornam mais do que simples construções?
arquiteta e urbanista, apaixonada pela interseção entre espaço, corpo e tempo. Minha trajetória na Arquitetura para a Saúde não começou como um plano, mas como uma descoberta – um campo vivo, em constante transformação, onde projetar vai muito além de desenhar.
Hoje, sou sócia-fundadora da Arto Arquitetura e coordeno o Curso de Pós-graduação em Arquitetura para a Saúde da PUC-Rio. Minha jornada acadêmica me levou a um doutorado em Urbanismo pela UFRJ, com pesquisa na École Nationale Supérieure d’Architecture Paris-Malaquais, na França, além de um mestrado na mesma área, com passagem pela Universidad de Sevilla, na Espanha.
Nos últimos anos, me dediquei a projetos que vão além da técnica: são espaços que respeitam a complexidade humana, que unem rigor e afeto, que traduzem a arquitetura como um sistema vivo. Minha abordagem multidisciplinar envolve Urbanismo, Design, Arte, Engenharia e Comunicação Visual, sempre buscando novas formas de pensar e projetar.
Fui premiada no Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura, reconhecida no Prêmio de Investigación América Latina e, acima de tudo, me tornei uma arquiteta que acredita que projetar é dialogar com o invisível – criando espaços que não apenas existem, mas curam, acolhem e transformam.
Se você sente que a arquitetura pode ser mais, se quer expandir seu olhar e acessar um universo de oportunidades ainda pouco exploradas, então os novos códigos da arquitetura estão te esperando. Vamos juntos?

